Petterson Thomaz fez o caminho tradicional do surfista profissional. Circuitos, competição, resultados, títulos, viagens. Pelo meio do caminho, bastante proximidade com fotógrafos e videomakers e a Internet ainda criança se estabelecendo como meio de expressão pessoal, foi instintivo começar a criar em um blog. Depois de vencer duas etapas europeias do Pro Junior, entre os 18 e os 19 tomou a decisão de deixar as competições. Na transição, que durou mais ou menos entre 2008 e 2011, cogitou gastronomia, mas seguiu pelo marketing e direcionou os rumos para o que hoje podemos descrever como um caminho natural: a vida de freesurfer embalada na produção própria de conteúdo.

De lá pra cá, muito mudou. Os contextos, tanto no cenário do surf quanto no cenário editorial e de conteúdo, passaram por transformações avassaladoramente velozes. Quem soube se adaptar, saiu na frente, e Petterson construiu seu próprio ecossistema de produção. Neste episódio do Surf de Mesa, a conversa com Rapha Tognini e Carol Bridi segue por uma análise do estado da arte quando se fala em surf e criação de conteúdo. Diante de ciclos cada vez mais curtos de tendências e de aventureiros de toda sorte, seguir sobrevivendo de criação e surf não é para amadores.

Dá o play aqui pra acompanhar essa conversa tão sincera quanto apaixonada pela intersecção entre o surf e a comunicação.

 

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